Ainda não conseguimos colocar os pés em Marte. O que seria necessário para uma jornada humana até o planeta vermelho? Temos que começar com um milionário visionário, uma tripulação bem técnica e um possante e moderno foguete. Um milionário meio maluco escolheu para a tripulação três habilidosos técnicos… do riso: Moe, Larry e Joe. Ah, claro, o foguete era uma mistura de helicóptero, submarino e tanque de guerra. E não é que ela funcionou! Ela foi até Marte e chamou a atenção do líder marciano, que enviou dois emissários para roubar dos terráqueos os planos da fantástica máquina voadora. O filme “Os três patetas em órbita” foi lançado no patriótico 4 de julho do ano de 1962.
As aventuras siderais dos três patetas não ficaram restritas a esse filme. Em 1959, no filme “Have rocket, will travel”, que no Brasil recebeu o nome de “O foguete errante”, o trio viajou para o planeta Vênus. A recepção por lá não foi muito amistosa. Eles encontraram um tipo de vida em forma de energia, que destruía tudo o que via pela frente. Capturados pelo vilão, os três patetas tiveram que enfrentar esse ser, que era representado por um cérebro eletrônico cheio de braços. Tinha vários poderes: reduzir as pessoas (a ponto de colocá-los numa gaiola para pássaros), criar formas robóticas idênticas aos patetas e até teletransporte.
Outras curiosidades do filme: os três patetas contaram com a ajuda de um unicórnio falante, que passava informações sobre a figura que aterrorizava os habitantes de Vênus. Para dar a partida no foguete e voltar à terra, usaram a fúria de uma tarântula gigante, que soltava fogo pela boca. Um dos principais atores do filme, que interpretou o Dr. Ted Benson, foi Robert Colbert. Em 1966, ele foi protagonista do seriado “O túnel do tempo”, no papel do Dr. Doug Phillips.
