- A “volta ao mundo em oitenta dias” foi um verdadeiro zoológico cinematográfico: 8.552 animais participaram das filmagens. A saber: 3.800 ovelhas, 2.448 búfalos, 950 burros, oitocentos cavalos, 512 macacos, 17 touros, 15 elefantes, seis gambás e quatro avestruzes.
- “Guerra e paz” chegou perto. Contou com a participação de 8 mil cavalos.
- Em “Dança com lobos”, a cena da caçada tinha 3 mil búfalos e consumiu oito dias de trabalho.
- “Quo vadis” contou com um elenco de 63 leões.
- O cuidado com os bichos durante as filmagens é muito grande. Até mesmo com insetos. Lembra da cena em que uma aranha assassina é pisoteada em “Aracnofobia”, de Steven Spielberg? O sapato do exterminador tinha um buraco especial na sola. O mais engraçado: o som dessa cena é o do esmagamento de batatas chips.
- Numa cena de “Indiana Jones e a Última Cruzada” foram usados 3 mil ratos, mas o recorde continua sendo do filme “Nosferatu, o último vampiro”. Uma cena contou com 11 mil ratos, todos tingidos de cinza.
- O cachorro pug Mushu participou de “MIB — homens de preto 1 e 2″. No segundo filme, ele já tinha sete anos e teve de receber maquiagem para cobrir os pelos grisalhos em seu focinho.
- Doze chimpanzés atuaram nos filmes de Tarzã. O mais famoso deles chamava-se Jiggs e atuou ao lado de Johnny Weissmüller. Nos anos 60, já aposentado, passou a se dedicar ao seu hobby predileto: a pintura. Em 2008, foi lançado o livro “Mim, Chita”, autobiografia fictícia do macaco. Escrito por James Lever, mas assinado por Chita, o livro concorreu ao prêmio Booker Prize. Na véspera do Natal de 2011, Chita, que desde 2001 era considerada o macaco mais velho do mundo, morreu aos 81 anos, vítima de insuficiência renal.
- Desde 1938, nove gerações de collies interpretaram a personagem Lassie, todos machos e descendentes diretos de Pal, o primeiro a conquistar Hollywood.
- O passaporte para a fama do leão Leo foi o rugido que deu para a vinheta de abertura dos filmes da Metro. Logo depois, ele e seu treinador abandonaram o cinema. Morreu em 1936 e está enterrado sob um carvalho na fazenda Phifer Farm, em Nova Jersey.
- O primeiro dos 18 Rin-Tin-Tins foi Tinty, um pastor alsaciano que ganhava mil dólares semanais (uma fortuna na época). Tinha uma coleira de diamantes e um chefe de cozinha só para ele. Morreu de câncer no estômago. Foi sepultado no Cemitério dos Cães, em Paris.
- Trigger, o cavalo de Roy Rogers, foi interpretado por Golden Cloud e atuou por nove anos. Sua carcaça, empalhada, está em exibição no Roy Rogers/Del Evans Museum, em Victorville, Califórnia.
- Em “Scooby-Doo” (2003), o cachorro trapalhão foi totalmente criado por computadores. Os atores do filme rodavam suas cenas com um boneco mar- cando o local do personagem e, mais tarde, Scooby era incluído digitalmente no filme.
- Keiko era a baleia orca macho do filme “Free Willy” (1993). Vivia num tanque nos Estados Unidos, que tinha água gelada do oceano Pacífico, jatos que simulavam correntes marinhas e uma barreira de corais. Morreu em 2003, de pneumonia, depois de ser solto no mar. No filme, Willy escapa de um parque aquático e volta para o oceano com a ajuda de um menino de 12 anos. Em “Free Willy 2″, Keiko acabou sendo substituído por um boneco eletrônico.
- “Benji” (1974) foi dirigido por Joe Camp, dono do cachorrinho Benji na vida real.
- Em “Melhor é impossível” (1998), Verdell, o excêntrico cãozinho da raça griffon de Bruxelas, foi interpretado por seis cães: Timer, Sprout, Debbie, Billy, Parfait e Jill.
- O Totó de “O mágico de Oz” (1939) era na verdade uma cadela chamada Terry.
- Mitzi foi o primeiro dos 7 golfinhos Flipper. Ele morreu de ataque cardíaco em 1967. Hoje descansa sob uma estátua no Centro de Pesquisas de Golfinhos, em Grassy Key, na Flórida.
- “Babe, o Porquinho Atrapalhado” foi lançado em 1995 e conta a história de um porco que queria ser cão pastor. Por ser um animal que cresce muito rápido, e o personagem do filme ser um filhote, a produção teve que utilizar 48 leitões para a filmagem.
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