- Existem 37.600 espécies de aranhas conhecidas.
- As que têm veneno nocivo ao ser humano pertencem ao gênero Latrodectus, Loxosceles e Phoneutria – todos encontrados no Brasil – além das espécies Atrax. As Latrodectus são as temidas “viúvas-negras”; as Loxosceles são chamadas de “arranhas-marrons” e as do gênero Phoneutria são conhecidas como “aranhas-armadeiras”.
- A maior espécie é a Theraphosa blondi, uma aranha-caranguejeira que, esticada, chega aos 26 cm de comprimento. Ela vive nas Guianas e nos estados do Amazonas, Amapá e Pará.
- Predadoras, todas se alimentam de insetos.
- O órgão sexual da aranha macho está localizado no final de suas patinhas.
- O sangue das aranhas é transparente, e chamado de hemolinfa. Por ele circulam oxigênio, nutrientes e hormônios. O coração dos animais é apenas um tubo cercado por um músculo.
- As aranhas não são insetos e, sim, aracnídeos. Isso porque elas têm 8 patas, enquanto todos os insetos possuem 6.
- A aranha marrom possui pernas finas e longas, e costuma se esconder em roupas, sapatos e cantos secos, quentes e escuros da casa e do quintal. Seu nome científico é Loxosceles. Seu veneno causa, depois de 12 horas, inchaço, dor e vermelhidão. Caso a vítima não tome soro, o quadro pode se complicar e resultar em problemas no fígado e rins ou até a morte.
- As principais subordens de aranhas caranguejeiras são as Mesothelae e Mygalomorphae. Elas são grandes, cabeludas e dotadas de pelos urticantes, que ao contato com a pele provocam irritação e ardor.
- A viúva-negra talvez seja a espécie mais famosa de aranha. As fêmeas costumam devorar os machos após o acasalamento. Acredita-se que isso facilita o trabalho de colocar os ovos.
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