lançaram o selo em homenagem ao milésimo gol de Pelé em 28 de novembro de 1969 – apenas nove dias após o feito. No ano seguinte, Pelé aparece também no selo que saúda o tricampeonato mundial, conquistado no México.
Ronaldo Kotscho, de "Placar", fez a foto de Pelé com a camisa da Seleção e o “Diretas Já” em 1984, num intervalo das filmagens do longa-metragem “Pedro Mico”, no Rio de Janeiro.
levou o primeiro gol oficial de Pelé. O Santos venceu o Corinthians de Santo André por 7 x 1, em 7 de setembro de 1956. Pelé entrou no lugar de Pagão e marcou o sexto gol. Zaluar mandou fazer camisa comemorativa e cartões de visita para anunciar que levou o gol 0001 de Pelé. Faleceu em 1995.
da Copa do Mundo de 1966, disputada na Inglaterra, a nova revista “Realidade” trouxe na capa do número 1 Pelé com o famoso chapéu usado pela guarda do Palácio de Buckingham.
biografia do ídolo, “Eu Sou Pelé”, foi escrita pelo então repórter esportivo e hoje novelista Benedito Ruy Barbosa, em 1961. No livro, Pelé disse que pretendia jogar até 1965. “Depois, se Deus quiser, serei apenas um amador, que jogará por puro prazer”.
vira estátua depois de tentar fazer um gol do meio de campo no goleiro checo Viktor. A antológica tirinha do cartunista Henfil foi publicada em "Placar" na cobertura da Copa de 1970.
com a efígie de Pelé foi o presente do primeiro número da revista "Placar", de 20/03/1970. Pelé está na capa com a chamada: “Receita para ganhar a Copa”.
em Santos, foi inaugurado em 15 de junho de 2014, como um dos eventos em comemoração à Copa do Mundo, que estava sendo realizada pela segunda vez no Brasil. Dois anos antes, o primeiro museu dedicado a Pelé no mundo abriu as portas. Ele fica em Lugansk, na Ucrânia.
se apresenta como “maior artilheiro humano” da história do Santos. “Pelé não conta, é um ET”, diz. Pepe marcou 405 gols em 750 jogos. É o maior campeão do Santos, com 27 títulos, um a mais que Pelé.
foi o maior parceiro de Pelé no ataque do Santos. Eles criaram as tabelinhas. Por causa da semelhança dos dois, Coutinho dizia que vários gols seus acabaram atribuídos a Pelé.
do Campeonato Paulista de Juniores de 1956, Pelé desperdiçou um pênalti e viu o Santos perder o título para o rival Jabaquara, que venceu por 2 x 1. Acabou vaiado e por pouco não foi mandado embora da Vila Belmiro.
“Pelé Eterno”, dirigido por Aníbal Massaini Neto, foi lançado em 25 de junho de 2004. A pesquisa durou cinco anos e o filme tem 120 minutos de duração. Antes dele, o Rei estrelou outro documentário: “Isto É Pelé”, produzido em 1975 por Luís Carlos Barreto.
(1922-1998) ficou conhecido como “O Fotógrafo de Pelé” de tantos jogos e viagens que fez com o Rei. Domício publicou 400 de suas fotos no livro “Era Pelé – O Atleta do Século”.
Pelé recebeu o título de “Cidadão do Mundo”, conferido pela ONU. Em 1992, ele seria escolhido ainda Embaixador da Boa Vontade pela entidade sediada em Nova York.
é o produto mais emblemático que leva o nome do Rei. Pelé assinou o contrato em 1971. O produto é produzido pela Companhia Cacique de Café Solúvel, fundada por Horácio Sabino Coimbra em 1959.
de janeiro de 1971, a revista "Realidade" fez um exercício de futurologia e tentou adivinhar como estaria Pelé aos 50 anos, em 1990. A maquiagem deixou Pelé um senhor grisalho e com um bigodão. Errou feio.
tiras de Pelezinho, criado por Maurício de Sousa, foram lançadas em outubro de 1976. O gibi “Pelezinho” surgiu em outubro de 1977 e circulou até dezembro de 1982. Depois disso, o garoto bom de bola apareceria apenas em almanaques e edições especiais. Os outros personagens das aventuras foram inspirados em amigos da infância de Pelé: Teófilo, Neusinha, Frangão, Canabraba, Bonga, Jão Balão e Samira.
autógrafos do mundo já foi diferente. Ele costumava escrever “Edson = Pelé”. Com o tempo, para cansar menos a mão, ficou apenas o “Pelé”.
dos videogames, na década de 1980, as produtoras resolveram investir na convocação de estrelas de futebol para batizar os jogos. O primeiro foi “Pelé’s Soccer”, em 1982, para Atari. Os jogadores eram pontos circulares azuis e laranjas. A bola, um quadrado branco.
treze vezes em sua carreira. O primeiro cartão vermelho veio em 22 de dezembro de 1957, numa vitória de 1 x 0 sobre o Corinthians, na Vila Belmiro. Das treze expulsões. Pelé recebeu o vermelho quatro vezes do árbitro Armando Marques. Ele o chamava em campo de “Senhor Edson”.