Durante seu curso na Universidade de Medicina da Califórnia, o americano John A. Larson estudou o comportamento de mentirosos, monitorando seu batimento cardíaco e sua respiração. Quando mentiam, os batimentos e a respiração ficavam bem mais rápidos. Adicionando um elétrodo para monitorar a transpiração da pele, Larson criou em 1921 o “polígrafo”, também conhecido como detector de mentiras. Mas a máquina não se mostrou totalmente confiável porque mentirosos mais inteligentes conseguiam enganá-la.
