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Obras roubadas no Brasil

  • Três ladrões renderam os funcionários da Galeria Thomaz Cohn, em São Paulo (SP), e levaram a tela "Preparando o Enterro na Rede", do pintor Cândido Portinari. A obra, avaliada em 1 milhão de dólares, não era segurada e tinha acabado de ser restaurada. O roubo ocorreu em novembro de 2005.
     
  • Um dos maiores roubos de obras de arte do Brasil aconteceu no dia 24 de janeiro de 2006, no Museu da Chácara do Céu, no Rio de Janeiro.  Quatro homens armados invadiram o museu e roubaram as obras: "Os Dois Balcões", de Dali; "A Dança", de Picasso; "Marine", de Monet; e "Jardim de Luxemburgo", de Matisse. Elas eram as quatro peças mais caras do acervo de 1100 obras. Os ladrões também quebraram uma vitrine para levar uma edição de "Toros", livro de gravuras de Picasso. Um bloco carnavalesco passava pela rua do museu no momento do assalto, o que facilitou a fuga dos ladrões.
     
  • Em 7 de setembro de 2006, a Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, anunciou o roubo de diversas obras que ficavam na área mais restrita de seu Departamento de Obras Raras. Foram surrupiadas 3 litogravuras aquareladas do artista alemão Burmeister, 42 gravuras de Debret, 58 de Rugendas, um livro de orações em pergaminho, de 1501, além de pelo menos 100 obras de outros artistas. Para ter uma noção do prejuízo, estima-se que uma única gravura de Debret chegue a custar 10 mil reais. Acredita-se que a ação tenha sido realizada ou facilitada por algum funciónário da biblioteca, já que não havia sinal de arrombamento e apenas três pessoas tinham acesso ao local.
     
  • No dia 11 de setembro de 2007, dois colecionadores devolveram 40 cédulas roubadas do Museu do Ipiranga, em São Paulo. Um deles entregou 16 notas e afirmou tê-las comprado na feira de antiguidades da Praça Benedito Calixto, também na capital , por 300 mil reais. O outro disse que comprou as peças em uma loja da Sociedade Numismática Brasileira, instituição que tinha anunciado em seu site o roubo das notas.
     
  • Foram roubadss do Masp, no dia 20 e dezembro de 2007, em apenas três minutos, duas das mais importantes obras do acervo do museu: "Retrato de Suzzane Bloch", de Pablo Picasso, e "O Lavrador de Café", do brasileiro Cândido Portinari. As obras foram recuperadas no dia 8 de janeiro de 2008. Elas estavam em uma casa na cidade de Ferraz de Vasconcelos, em São Paulo.
     
  • Em 12 de junho de 2008, quatro quadros foram roubados da Estação Pinacoteca de São Paulo por três homens, um deles armado. As obras “O Casal” (1919), de Lasar Segall; “O Pintor e seu Modelo” (1963) e “Minotauro, Bebedor e Mulheres” (1933), de Pablo Picasso, e “Mulheres na Janela” (1926), de Di Cavalcanti, foram avaliadas em 1 milhão de reais. Recuperadas, as quatro obras voltaram à Estação Pinacoteca no final de agosto de 2008. Segundo o delegado responsável pelo caso, a quadrilha não tinha noção do valor dos quadros.
     
  • O acervo particular da família Maksoud ficou quatro obras menos completo no dia 10 de maio de 2009. As telas "Retrato de Maria" e "Cangaceiro", de Cândido Portinari, "Figura em azul", de Tarsila do Amaral e "Crucificação de Jesus", de Orlando Teruz, foram roubadas durante assalto à casa dos Maksoud. Os quadros, recuperados três dias depois, foram avaliados em R$ 3,5 milhões.
     
  • No dia 14 de julho de 2010, um quadro de Cândido Portinari foi roubado do Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco, em Olinda. A obra furtada foi "Enterro", pintada em 1959. Ela faz parte da Série Azul do pintor
     
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