Por que o Itaú-Personnalité lembra a Seleção de Dunga

Agora ficou claro para mim  por que o Itaú patrocina a Seleção Brasileira. A mesma incompetência que o time de Dunga mostrou na Copa do Mundo pode ser vista também no atendimento que tenho recebido do banco.  O meu problema com o Itaú-Personnalité se arrasta desde novembro do ano passado (clique aqui para entender o caso do “Golpe da Premiação do Cartão”). Tenho tentado resolver de modo pacífico, mas está difícil. A ouvidora do banco me ligou no final de maio e, ciente da minha reclamação, disse que o meu problema seria resolvido. Pois bem: hoje,  voltando para casa, recebo uma ligação da assistente da ouvidora propondo justamente aquilo que recusei nove meses atrás… Brincadeira, não?

O Itaú-Personnalité insiste que “foi um erro de entendimento do regulamento da promoção”. Mas esse regulamento simplesmente não existe. Faz nove meses que estou pedindo uma cópia e ele nunca apareceu. Todos os contatos do banco são sempre feitos por telefone para que, segundo um ex-gerente, não fiquem provas para uma possível ação judicial.  Até já me ofereceram  um “cala-boca” de 40 mil pontos de milhagem.

Esse cartão Itaú-Personnalité só tem me dado dissabores. Na primeira semana de viagem à África do Sul, agora em junho, o cartão deixou de funcionar. E não deu mais sinais de vida. Vinte dias depois, o banco mandou um telegrama para minha casa, em São Paulo, avisando que o cartão tinha sido bloqueado preventivamente. Aí vem a melhor frase: “Não se preocupe, pois já enviamos um novo cartão para o seu endereço”.  Ah, claro que eu não vou me preocupar…

Minha mulher perdeu o cartão dela  no final de maio. Até hoje não recebeu um novo.  Ninguém consegue explicar onde foi parar o cartão.

Pedi o encerramento de uma conta de pessoa jurídica. Tirei o dinheiro de lá, mas a conta continua aberta. Agora fico recebendo correspondência, dizendo que a conta está inativa. Mais dor-de-cabeça.

Por falar em correspondência, recebo uma convocação para uma assembleia geral ordinária de um fundo que será realizado… em Poá. Por que Poá?  Tem certeza que o banco quer que a gente vá?

Não gosto do Itaú. Frequentei a agência da Praça Panamericana por um bom tempo e ficava horrorizado como a porta-giratória era usada de forma discriminatória pelo vigilantes. Sempre entrei  com chaves, celular, moedas.  Nunca fui barrado. Mas qualquer pessoa mais simples ou de cor  passava por certos constrangimentos.  Certa vez, ao ver uma dessas cenas, tirei as chaves do bolso e mostrei para o vigilante.  Não concordava com esse tipo de “aparthaid giratório” e fui para o Unibanco, que ficava do outro lado da avenida.  Infelizmente, com a venda do Unibanco, minha conta foi migrada automaticamente – com a promessa de que nenhum benefício seria tirado. Promessa não cumprida.  É essa a minha briga.

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O Itaú-Personnalité e o golpe da premiação do cartão

Estou lendo a edição de janeiro de “Época Negócios”. Na página 21, encontro uma reportagem que tem tudo a ver com o que aconteceu comigo hoje: “Quem ganha? Pesquisa revela que programas de fidelização dos cartões de crédito são ótimos – para as empresas”. A mais pura verdade! Fui vítima de uma grande mentira do cartão Unicard Visa Platinum. A principal vantagem, segundo a gerente do Unibanco (Rua Casa do Ator) que me convenceu a levar o cartão, é que eu poderia escolher a companhia aérea que eu quisesse. Não precisaria passar por toda aquela burocracia dos tradicionais planos de milhagem. Com 50 000 pontos, eu já teria uma passagem para a América do Norte. O livreto “Passaporte Premium”, que veio junto com o cartão, deixava isso bastante claro (clique na imagem para ler o que o que diz o texto sobre o benefício ).

platinumvisa

Pois bem: todos sabem que o Itaú comprou o Unibanco e eu me vi compulsoriamente obrigado a mudar de banco. Não sem antes receber a visita da gerente geral da minha conta, garantindo que nenhum dos meus benefícios seria alterado. E aí que começa a picaretagem. Depois de dois anos juntando milhas, consegui atingir os 100 mil pontos, que me dariam duas passagens para os Estados Unidos. Até que chegou a hora de pedir o resgate. Ao consultar um outro gerente, o Itaú-Personnalité mandou avisar que o novo cartão não tinha mais esse benefício. Eu deveria depositar os meus pontos num Plano de Milhagem e resgatar as passagens da forma convencional. Depois de muita briga (sempre pelo telefone, pois os gerentes tinham ordens expressas de não mandar nenhum email “comprometedor” para mim), o Itaú-Personnalité, ah, tão bonzinho!, disse que abriria uma “exceção” para mim. Depois de quase um mês, cobrando isso diariamente, um outro gerente me deu a “excelente notícia”: os meus 100 mil pontos valiam R$ 2.400,00 – ou seja, apenas uma passagem em baixa temporada.

Como assim? As minhas duas passagens tinham encolhido para uma? Pedi cópia do contrato para ver quais eram as regras do índice de conversão que eles tinham adotado. Nova enrolação… Por que tanta demora para as respostas? A gerente geral dizia que o “Unibanco acabou e que toda a documentação já estava no arquivo morto”. Acabou? Pois vejo dezenas de agências ainda abertas todos os dias. Hoje ela me ligou para dizer que o índice era esse mesmo, que o índice de conversão não está escrito em lugar nenhum (ele só era informado para quem ligasse para o banco) e que aquele livrinho que eu tinha “era só uma peça de marketing”. Em resumo, o que ela quis dizer: “É pegar ou largar!”.

É isso. Eles sempre ganham. Sempre. Hoje estamos nas mãos de seis bancos: Itaú, Bradesco, Santander, Banco do Brasil, Caixa Econômica e HSBC. Com lucros estratosféricos, quem é que se importa com um pequeno cliente? Que diferença eu faço para o banco? O meu desabafo é só mais um desabafo. Todos nós sabemos as incríveis barbaridades que os bancos fazem com clientes diariamente. O Roberto Setúbal vai ter uma ótima noite de sono e eu vou ter insônia de tanta raiva que passei com as bobagens que tive que ouvir.

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Posted in Brasil, Cotidiano, Seu passado te condena, São Paulo at fevereiro 1st, 2010. 69 Comments.

Quando os presidentes caem na dança

Com a crise política em Honduras, o então presidente do país, Manuel Zelaya, literalmente dançou. Mas não é desse tipo de dança que trata esse post. Fora do cenário político, outros líderes mundiais também arriscaram passinhos de dança. Confira as performances de George W. Bush, Príncipe Charles e Barack Obama:

Você inscreveria algum deles no concurso do “Domingão do Faustão”?

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Arnold Schwarzenegger procura uma namorada

Hoje ele é o todo poderoso Governador da Califórnia, casou-se com a sobrinha de John F. Kennedy e ganhou a cidadania americana em 1983 (ele nasceu na Áustria).

Mas, na década de 70, Arnold Schwarzenegger era um dos fisiculturistas mais jovens e premiados do mundo. Ele também dava os primeiros passos na carreira de ator – em 1970, o futuro exterminador fez o papel principal de “Hércules em Nova York” (1970).

Agora aqui vem o mais curioso: o vídeo abaixo, de 1973, mostra a participação do então solteiro Arnold Schwarzenegger no programa “The Dating Game”, uma espécie de Namoro na TV.  Com um inglês bastante ruim, ele comenta suas (impressionantes) medidas para a participante número 2 e depois brinca: “O que você acha que nós temos em comum?”

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Posted in Celebridades, Seu passado te condena at março 20th, 2009. No Comments.