Loja de sapatos oferece encontro a compradoras

Uma loja de sapatos femininos em Kuala Lumpur,  capital da Malásia, arrumou uma curiosa forma de atrair clientes – e ainda fazê-los felizes. Na Shoes Shoes Shoes, homens podem oferecer uma parte do custo de um sapato em troca de um encontro com a compradora.

A promoção, batizada de “Shoe Dating”, é uma parceria entre a loja e o site de namoro Lunch Actually.  O site, sediado em Hong Kong, é especializado em promover encontros entre garotas e homens atarefados, que reclamam de não ter tempo de conhecer pessoas novas. O serviço planeja e agenda almoços, happy hours e jantares em locais apropriados para cada perfil de casal.

A Shoe Dating funciona assim: homens cadastrados no Lunch Actually selecionam, dentro de uma coleção de 20 pares de sapatos, um que eles gostariam que fosse usado por seu par romântico. Depois eles decidem que porcentagem do preço (de 10% a 100%) estão dispostos a pagar para ter um encontro com a compradora. Quando uma mulher compra o sapato, a loja oferece a promoção. Se ela aceitar, o site  fica encarregado de selecionar, entre as que escolheram o modelo de sapato em questão, o pretendente mais parecido com a personalidade dela. No encontro, ela recebe o cupom de desconto, que vale para uma próxima compra na loja.

Sapato da coleção Shoe Dating

Sapato da coleção Shoe Dating

Sapato da coleção Shoe Dating

Sapato da coleção Shoe Dating

Apesar de cada homem só poder escolher um par de sapatos para representá-lo, as mulheres têm a chance de conhecer pretendentes de várias personalidades diferentes. Por exemplo: se ela comprar três pares, tem direito a encontros com um homem para cada tipo de sapato. Em sua página do Facebook, a loja garante que o sapatinho de algumas Cinderelas já rendeu um príncipe encantado.

Casal formado pela promoção

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Posted in Sites curiosos, moda at abril 1st, 2012. No Comments.

A história dos uniformes das aeromoças

A coleção do holandês Cliff Muskiet tem um espaço todo especial no Museu da Aviação da TAM, em São Carlos, a 250 km de São Paulo. Bati a foto abaixo no domingo passado. Muskiet é dono de uma fantástica coleção com 1068 uniformes de aeromoças de 420 companhias aéreas diferentes do mundo inteiro. Alguns uniformes estão expostos em vitrines do museu, mas toda a coleção pode ser apreciada em dois terminais multimídia.  Trata-se de um acervo rico e diferenciado, que agrada aos amantes da moda, aos historiadores e aos curiosos de plantão.

Em sua página na internet, Cliff Muskiet assume que a paixão por objetos aeronáuticos veio da infância, quando levava para casa folhetos de segurança e pôsteres de empresas aéreas. Em 1982, ele ganhou o primeiro uniforme – o presente veio da mãe de um amigo. Ficou tão fascinado que passou a escrever para as companhias aéreas, pedindo exemplares de uniformes fora de uso, o que marcou o início da coleção. A partir de 1993, quando Muskiet entrou para o quadro de comissários de bordo da holandesa KLM, o hobby deslanchou.

Uniformes da Sabena Airlines, da Philippine Airlines e da Monarch Airlines

Uniformes da Indian Airlines, da Singapore Airlines e da Aeromexico

Todos os modelos estão disponíveis no website. O Brasil é representado pelas empresas TAM, GOL, Ocean Air e as extintas Varig e Vasp. O holandês, que conta com 700 fãs em sua página no Facebook, interage com admiradores do mundo todo, que com ele compartilham fotos de comissárias de voo fazendo uso de seus modelitos.

Uniformes da Air Canada, da Gulf Air e da Hughes Airwest

Apesar de não recusar novos itens em seu armário, o colecionador não esconde suas preferências. O novo uniforme da GOL, lançado em 2 de janeiro deste ano e compartilhado no Facebook pelo fã brasileiro Filipe Martins, não agradou ao aerofanático: “Honestamente, eles poderiam ter feito melhor. O antigo era muito mais bonito”, alfineta Muskiet. Veja abaixo e diga se você concorda com ele.

Novo uniforme da empresa GOL

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Posted in Sites curiosos, Viagem, moda, sites at janeiro 9th, 2012. 4 Comments.

Fotógrafo retrata brasileiros com albinismo

Especialista em fotografia publicitária, o mineiro Gustavo Lacerda começou em 2009 um ensaio diferente. O ensaio Albinos retrata em tons pastéis brasileiros que nasceram com albinismo.

O albinismo é uma característica transmitida geneticamente. Albinos produzem uma quantidade abaixo do normal de melanina, um pigmento responsável pela cor dos olhos, pele e cabelos. A melanina também ajuda no desenvolvimento dos olhos e protege a pele da radiação solar. Por isso, é comum que os albinos tenham pele e cabelos claros, bem próximos do branco. Outras características são problemas de visão e dificuldade de se expor ao Sol sem usar filtros de fator alto.

Apenas uma em cada 17 mil pessoas no mundo apresenta alguma forma de albinismo, o que torna essa característica algo raro. Desses poucos albinos, alguns são famosos. O Blog do Curioso selecionou seis casos:

Johnny e Edgar Winter

Os irmãos texanos nasceram albinos e começaram a carreira musical cedo. Com 10 anos, Johnny já se apresentava com o irmão três anos mais novo em concursos de calouros locais. Johnny seguiu o caminho do blues, enquanto Edgar tornou-se multi-instrumentalista e prefere o hard rock e o jazz-fusion.

Connie Chiu

Nascida em Hong Kong, no ano de 1969, Connie Chiu tornou-se aos 25 anos a primeira modelo albina do mundo. No começo da carreira, escreveu seu número de telefone atrás de uma foto e enviou ao estilista Jean Paul Gaultier. Quatro meses depois, ele ligou, pedindo que ela trabalhasse para ele em desfiles em Paris.

Ademir da Guia

Domingos da Guia, negro, foi revelado pelo Bangu, jogou no Flamengo, Vasco, Corinthians e Boca Juniors. Seu filho Ademir da Guia é chamado de “negro-aço”, gíria para negros que não têm pigmentação. O Divino é um dos maiores  ídolos da história do Palmeiras – ganhou até uma estátua na sede do clube.

Hermeto Pascoal

O alagoano toca sanfona, violão, contrabaixo, flauta, saxofone e uma infinidade de outros instrumentos musicais. Aprendeu a tocar sanfona por ter que ficar horas em casa. Ele não podia ajudar os pais na lavoura por causa das queimaduras de Sol. Nos anos 1970, participou das gravações de um álbum do astro do jazz Miles Davis, que o chamou de “músico mais impressionante do mundo”.

Sivuca

Também apelidado de “Cabelo de Milho”, “Sarará Crioulo” e “Gênio Louro”, Sivuca nasceu em Itabaiana, na Paraíba, sob o nome Severino Das de Oliveira em 1930. Na época da guerra racial na África do Sul, saiu com a cantora negra Miriam Makeba em turnê mundial. O ousado músico gostava de experimentar e chegou até a tocar Bach usando sua sanfona.

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Posted in Celebridades, Listas, moda at outubro 28th, 2011. 2 Comments.

Macaquices na hora de fazer a barba

No ano passado, o Blog do Curioso publicou  um post sobre o site Beards.org, que anunciava a existência de 11 tipos diferentes de barba no mundo. Acontece que, desde abril, um modelo bem inusitado vem se instalando no rosto dos homens.

A Monkeytail Beard (“barba rabo de macaco”) tem esse nome porque parece que  uma cauda de macaco se enrolou  no rosto do indivíduo. Parece coisa de dois ou três loucos, né? Não é o que mostra o site The Monkeytail, que reúne fãs desse corte um tanto curioso. Todos os dias, são postadas fotos de pessoas que adotaram o estilo.

Gostou? O vídeo abaixo mostra o passo-a-passo da barba Monkeytail. Será que é fácil como parece?

Qualquer um pode enviar fotos da própria barba. É só colocar a foto na página do The Monkeytail no Facebook ou enviar para o e-mail do site. A única exigência do site é que a pessoa vista uma camisa, pois eles não publicam fotos de homens sem camisa no banheiro. Ah, já existe até uma pequena dissidência entre os admiradores da moda:  o Monkeytail invertido. A cauda do macaco vem do pescoço, não da lateral do rosto.

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Posted in Bizarro, moda at junho 9th, 2011. 1 Comment.

Sem roupa no calendário por uma boa causa

Faz muito tempo que os pneus de meu carro não furam. Por isso nem lembro qual foi a última vez que fui a uma borracharia. Alguém sabe me dizer se as borracharias continuam com as paredes cheias de calendários com mulheres seminuas?  Hoje, os calendários viraram fonte de arrecadação de dinheiro para as chamadas “causas do bem”. Um dos primeiros foi o projeto “Heróis do Rio”, criado em 2003, com homens do Corpo de Bombeiros carioca posando sem camisa. A corporação não proíbe que seus membros apareçam nesse tipo de foto, desde que não haja nudez e fardas ou símbolos não sejam utilizados. O alvoroço em torno da iniciativa só aumentou quando surgiram os rumores de que a madrinha do calendário, Luma de Oliveira, teria iniciado um romance com um dos modelos, o Capitão João Albucacys de Castro Júnior.

Repararam que tem sempre alguém disposto a tirar a roupa para fazer uma boa ação? É incrível como,  nos últimos tempos, esses calendários se multiplicaram. Sem muito esforço, consegui lembrar de vários – todos bem recentes.

Para começar,  a folhinha “Aeromozas Mexicanas”, que teve apenas uma tiragem de 1  mil exemplares – à venda por doze dólares cada. As comissárias de voo na companhia aérea Mexicana de Aviación estavam em dificuldades financeiras depois que a empresa encerrou as operações em agosto de 2010. O resultado pode ser visto abaixo:

O grupo juvenil Nashi, que apoia o primeiro-ministro russo Vladimir Putin, lançou um calendário com o título “Sexo contra a corrupção – amor contra o mal”. As garotas posaram apenas com roupas de baixo e aventais brancos em um fundo rosa-choque. Cada uma tem uma legenda de protesto. A moça vestida de enfermeira (abaixo) representa Dezembro e diz que vai “curar a corrupção”. A julgar pelo tamanho da seringa, ninguém duvida:

Jogadoras do time feminino do Santos, as Sereias da Vila posaram para o fotógrafo Paulo Shibukawa. As garotas trocaram as chuteiras e uniformes por biquinis –nas cores do Peixe, claro – e capricharam na pose para a folhinha, que vai ser usada na comemoração do centenário do clube. O destaque foi para a volante Dani Pato, que já tinha experiência em passarelas e saiu muito bem em fotos como esta:

As americanas Barbara Weber, Debby Sims, Lavonne Nothcutt e Marsha Cunningham têm um grupo de tricô. Apesar da idade e da forma,  elas encaram as lentes de um fotógrafo  para arrecadar dinheiro para o tratamento dos netos de Marsha, que sofrem de autismo. Algumas peças tricotadas por elas estão nas fotografias. Haja parede!

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Posted in Viagem, moda at maio 30th, 2011. No Comments.

França proíbe duas versões de véus. Como eles são?

Entrou em vigor hoje na França uma lei que proíbe o uso de duas versões de véu islâmico em locais públicos, como  ruas, transportes coletivos, bancos, escolas, agências de correio e hospitais. O não cumprimento pode ter como punição uma multa de 150 euros ou um curso de instrução cívica. Os dois modelos proibidos na França são a burca e o niqab. Como existem diversos  véus islâmicos, aqui vai uma pequena lista (ilustrada) dos principais modelos:

HIJAB

Hijab

O nome é usado para se referir ao costume de se vestir modestamente no Islã em geral. Quer dizer “cobertura”. É a maneira genérica de falar de todos os modelos de véu. Costuma também ser usado para designar o tipo mais popular, que cobre a cabeça e o pescoço, deixando o rosto livre.

NIQAB

Niqab

Seu uso é mais comum em países como Iêmen, Arábia Saudita, Bahrein e Kuwait. Costuma ser confundido com a burca, mas o niqab cobre apenas o rosto, deixando os olhos livres, enquanto a burca cobre a mulher inteira. Alguns muçulmanos salafistas acreditam que o rosto da mulher é uma parte íntima do corpo que precisa permanecer coberta.

BURCA

Burca

Um tecido retangular com uma rede fina, que não permite que os olhos sejam vistos, cai sobre o rosto, ocultando-o todo. Esta parte do véu pode ser levantada se a mulher quiser revelar sua face. Essa descrição define a burca afegã, também chamada de chadri. Na Síria, a vestimenta ainda é usada, mas foi banida de ambientes como universidades pelo governo.

CHADOR

Chador

É o modelo mais comum entre as mulheres iranianas. É uma capa que cobre o corpo inteiro e é jogada sobre a cabeça. O rosto fica de fora, mas o resto do corpo permanece escondido. Para mantê-lo preso, a mulher deve segurá-lo com as mãos ou enrolar uma parte do pano na cintura.

SHAYLA

Shayla

É uma echarpe, geralmente de tecido leve, longa e retangular. Não é presa com muita força à cabeça e garante um efeito esvoaçante. É mais popular na região do Golfo Pérsico.

KHIMAR

Khimar

Como uma capa, pode ir até bem abaixo da cintura, cobrindo completamente cabelos, pescoço, ombros e costas. O rosto fica livre.

AL-AMIRA

Al-Amira

É composto por uma touca justa, que esconde os cabelos,  e um véu mais fino, que fica enrolado perto do queixo, escondendo pescoço e orelhas.

TUDONG

Tudong

É usado na Malásia em ocasiões formais ou ambientes públicos. Cobre os cabelos e deixa rosto e pescoço à mostra.

PARANJA

O paranja era uma grande cobertura usada por mulheres da Ásia Central até o começo do século XX, principalmente entre os uzbeques e os tadjiques. A Revolução Russa acabou banindo esse tipo de vestimenta da região.

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Posted in Viagem, moda at abril 11th, 2011. No Comments.

Os mais curiosos formatos de pulseirinhas de silicone

Como toda moda que vem de fora, as pulseirinhas de silicone já viraram item obrigatório no pulso da garotada brasileira. Quem afirma ter inventado os acessórios – que ficam com um formato específico quando não estão esticadas – é Robert J. Croak. Ele viu elásticos em formato de bichinhos feitos por japoneses e achou que, fabricados de maneira semelhante, eles dariam um ótimo acessório para crianças.

Croak fundou a SillyBandz, que domina o mercado e até deu nome para a novidade. As pulseirinhas são chamadas de “Silly Bandz”. Tem gente no YouTube mostrando coleções com muitas unidades. Esta menina, por exemplo, ultrapassou as 3.300 pulseiras. No vídeo abaixo, ela tinha “apenas” 1 mil delas:

Os modelos são tantos que as marcas chegam a não ter mais o que inventar. Por isso, o Blog do Curioso separou algumas das versões mais curiosas dessas pulseiras. Para começar, uma coleção em homenagem ao astro adolescente Justin Bieber. São seis modelos, incluindo o tradicional boné de aba reta, a silhueta do cantor e notas musicais misturadas a corações.

Estas, do site Kikkerland, são de monumentos históricos, como a Torre Eiffel, a Estátua da Liberdade, o Big Ben, os moinhos holandeses, a Ópera de Sidney, e a Torre de Pisa.

Ainda mais estranhas são estas aqui: estátuas famosas como Discóbolo, O Pensador e a Vênus de Milo.

Você jogaria Banco Imobiliário com suas pulseiras? As peças imitam ícones do jogo, como a cartola e o Mr. Monopoly, personagem-símbolo do brinquedo.

Outro jogo homenageado foi Farmville. Até a “fazendinha” do Facebook tem seus braceletes oficiais.

Bem, nem todos os modelos são pensados para as crianças. Caso deste aqui, com quatro diferentes posições sexuais. Ele é chamado de “Kama Sutra”.

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Posted in Cotidiano, moda at março 14th, 2011. 3 Comments.

Escola para homens que se vestem de mulher

“Para cada mulher que queimou um sutiã, existe um homem pronto para usar um deles”. Quem diz isso é Veronica Vera, fundadora da Miss Vera’s Finishing School for Boys Who Want To Be Girls (“Academia de Miss Vera para Rapazes que Querem ser Garotas”), em Nova York, há 19 anos.

A “Finishing School” é uma escola frequentada por homens que gostam de usar vestidos, maquiagem, salto alto e cabelos compridos. Não chegam ser travestis ou transformistas. Trata-se de um fetiche. Lá, os moçoilos podem aprender praticamente tudo sobre o universo feminino: maquiagem, perucas, manicure e pedicure, depilação, salto alto, dança, striptease, espartilhos, culinária, costura, limpeza, etiqueta.

No campus “totalmente, positivamente e permanentemente rosa” da escola, as aulas são – na maioria das vezes, particulares – dadas por especialistas chamadas de “decanas” e supervisionadas por Miss Vera. Os cursos têm duração de pouco mais de duas horas, como o Sudden Beauty, em que é feita uma transformação rápida e são dadas dicas de leitura, ou podem durar até dois dias inteiros, como o Femme Intensive – além da transformação, o aluno aprende a andar de salto alto, posar para fotos e usar a voz de maneira correta. Todos os cursos emitem certificado de conclusão.

Miss Vera permite que os alunos levem suas mulheres às aulas, normalmente sem taxa adicional. Em um de seus livros, Miss Vera‘s cross-dress for success: A resource guide for boys who want to be girls, ela tem um capítulo chamado “The School for Wives” (A escola para esposas). Outro livro dedicado ao tema é Miss Vera’s Finishing School for Boys who Want to be Girls, também repleto de dicas aos garotos que prefeririam ser garotas, nem que por algumas horas.

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Posted in Bizarro, Viagem, moda at fevereiro 25th, 2011. No Comments.

Haul videos: compartilhando opiniões sobre compras

Depois de comprar, tem que mostrar.  Assim são os “haul videos”, nova mania feminina na internet. Haul, em inglês, quer dizer aquisição. Funciona assim: após as compras, a garota mostra todos os produtos novos – roupas, cosméticos, jogos e até material escolar – e fala um pouco sobre cada um deles, mostrando preço e fazendo críticas ou elogios. Tudo isso vai para vídeos na internet.

Desta maneira, outras pessoas podem conseguir mais informações sobre os produtos que pensam em comprar ou até mesmo encontrar novas sugestões de compra. Não é à toa que esse tipo de vídeo tem muitas visualizações. Este, da usuária juicystar07, comentando compras na loja Forever XXI, ultrapassou 1 milhão de acessos. O vídeo tem 10 minutos e é falado em inglês.

Os vídeos vêm ganhando importância e já surgiram boatos de que algumas das vloggers (pessoas que postam vídeos do tipo) recebem dinheiro ou brindes para fazer comentários positivos sobre marcas na internet.

O blog HaulVideos.net reúne vários dos melhores vídeos para quem não tem tempo de assistir a todos os que são colocados diariamente no YouTube. Alguns homens de meia-idade resolveram fazer uma sátira ao fenômeno e publicam vídeos de paródia no HaulBlog.com. Abaixo, o rapaz faz um haul video sobre o amontoado de correspondência que recebeu naquele dia:

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Posted in moda, sites at fevereiro 13th, 2011. No Comments.

Do coração de NY ao Godzilla de Tóquio

Milton Glaser não ganhou nada ao criar o maior símbolo da cidade de Nova York, pois o fez voluntariamente. Na década de 1970, NY passava por tempos difíceis e foi feita uma campanha para promover o turismo na cidade. Glaser pensou que ela só duraria alguns meses, mas a logomarca permanece até hoje.

Depois do atentado terrorista ao World Trade Center, em 2001, o próprio Glaser fez uma modificação no que havia criado e distribuiu pôsteres com a inscrição “Eu amo Nova York mais do que nunca”. O chamuscado na parte inferior esquerda do coração é uma alusão às Torres Gêmeas, destruídas no atentado.

A logomarca original se espalhou por todo o mundo e passou a ser copiada. Só que a mais nova onda é trocar o coração por alguma outra coisa. Existem casos curiosos. Esta, da Banca de Camisetas, foi lançada para comemorar o aniversário de de São Paulo. Faz uma referência ao apelido da cidade: “Terra da Garoa”. Outras grifes também fizeram as suas. Há uma que trata das enchentes, com um barquinho no lugar da nuvem, e outra que fala da maior paixão gastronômica do paulistano, que é uma boa fatia de pizza.

A loja KGB Clothing tem uma categoria só com estampas do tipo. Além da “I Love New York” tradicional, algumas são mais inusitadas, como a “I Love Tea” (“Eu Amo Chá”) e a “I Love Moustache” (“Eu Amo Bigode”). Cada uma custa 11,99 libras. Ah, e eles enviam encomendas para o mundo todo.

De todas, a mais divertida que vi nos últimos tempos veio de Tóquio e traz o personagem Godzilla em ação.

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Posted in Viagem, moda at fevereiro 12th, 2011. No Comments.