O mapa dos refrigerantes do Brasil inteiro

O mundo dos refrigerantes vai muito além da Coca-Cola, do Guaraná Antarctica, da Pepsi e da Fanta Laranja. Temos uma infinidade incrível de marcas de refrigerantes espalhadas pelo Brasil. A começar pelas sempre lembradas  Tubaínas. Mas o post de hoje vai apresentar algumas bebidas regionais, que têm um gosto bem diferente do que estamos acostumados a tomar. Conheça algumas delas:

MATE COURO

O nome pode parecer estranho para muita gente, mas não para os mineiros. O Mate Couro é um refrigerante feito à base de erva-mate e chapéu-de-couro, duas plantas que podem ser encontradas em regiões brejeiras no sul de Minas Gerais. A versão original foi criada há 64 anos por farmacêuticos e era propagandeada como diurético. Hoje, a bebida é vendida sem pretensões medicinais.

Em 2003, a empresa lançou uma linha de refrigerantes com sabores como uva ou limão. “Mas eles não têm sabor de ervas, apesar de levar o nome da marca”, garante o gerente de vendas Lazio Divino Pinto. O Mate Couro é encontradoem Minas Gerais e começou a ser vendida este ano também no Espírito Santo.

LARANJINHA

Em Santa Catarina, o refrigerante que faz sucesso é o Laranjinha. O refrigerante tem um sabor de laranja bem mais suaves que os mais tradicionais. “Nós usamos o padrão europeu, mais agradável ao paladar infantil”, afirma Otávio Greuel. A bebida foi criada em 1925 por Max Wilhelm, imigrante alemão que dá nome à fábrica sediada em Blumenau (SC). Foi o primeiro refrigerante de laranja no Estado. Hoje, pode ser encontrado por várias cidades de Santa Catarina e nos Estados vizinhos.

GENGIBIRRA

Na região Sul do país, é tradição de algumas famílias fazer sua própria gengibirra com gengibre, água, fermento e açúcar. A Cini Refrigerantes desenvolveu uma versão gaseificada da bebida. O gengibre demora aproximadamente 1 ano e 5 meses para maturação do extrato, só então se dá início ao processo de produção de refrigerante.

Com sabor acentuado de gengibre, a promessa é que a Gengibirra, fabricada desde a década de 1940 no Paraná, atue como afrodisíaco, expectorante e excitante estomacal. Pode ser encontrada em Curitiba e em outras grandes cidades do próprio Estado e de e Santa Catarina.

GUARANÁ JESUS

Talvez seja o mais conhecido dos refrigerantes regionais. O Guaraná Jesus é um grande sucesso no Maranhão, onde competia em pé de igualdade com a Coca-Cola. Até que  a multinacional resolveu comprar a fábrica maranhense. A cor rosa da bebida parece muito artificial, mas na verdade vem de corantes de cascas de árvores. Seu sabor é de cravo e canela, bem diferente do encontrado normalmente pelo país.

O hábito de consumi-la no Maranhão é tão forte que algumas mães tiram seu gás para dar Jesus aos filhos desde cedo. O curioso é que o inventor, Jesus Norberto Gomes, era ateu e tinha fama de ter um pacto com o demônio. Chegou até a ser excomungado por dar uma surra em um padre.

ABACATINHO

O refrigerante Abacatinho, fabricado em Ubá (MG), é feito com base na folha do abacateiro. Não tem o gosto da fruta, mas é certamente incomum. Já fizemos a degustação aqui no Blog do Curioso.

FLYCEL POMELO

Outro refrigerante de abacate era feito pela Celina, indústria de Vera Cruz (RS). Eles pararam de fabricá-lo em 1978, mas estão adequando uma nova fórmula às normas do Ministério da Agricultura para relançar o produto. Mas o sabor de abacate não era o único incomum vendido pela Celina. Eles também têm refrigerante sabor pomelo.

O pomelo é uma fruta cítrica muito popular em países como Argentina e Uruguai. Celso Rehbein, sócio-gerente da Celina, diz que ela tem um sabor bem refrescante, entre o limão e a laranja. O refrigerante Flycel Pomelo é vendido principalmente nas fronteiras do Brasil com esses países.

Agora quero a sua ajuda para montarmos um grande mapa dos refrigerantes regionais do Brasil. Qual é o refrigerante querido da sua região e qual é a história dele? Escreva aqui seus comentários.

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Posted in Brasil, Comes e bebes, Invenções, Viagem at março 31st, 2011. 12 Comments.

Orgasmos femininos produzidos artificialmente

Esta é uma das cenas mais clássicas da história do cinema. No filme Harry e Sally – Feitos um para o outro (1989), Meg Ryan começa a simular um orgasmo na mesa do almoço. Veja a reação de Billy Crystal – e de todos os clientes da lanchonete.

Achou constrangedor? Então o Sexy Orgasm Keychain, cheio de sons de gemidos, não é para você. É até perigoso carregá-lo no bolso, pois o grande botão vermelho no meio é facilmente acionável e desencadeia um som de orgasmo que dura 22 segundos! A exemplo de Meg Ryan, o aparelhinho dá a impressão que não vai parar de gemer nunca. Usar um desses em casa vai fazer você virar assunto na próxima reunião de condomínio…

O assunto parece ser inesgotável. O Blog do Curioso encontrou uma coletânea de 15 desses sons no site Soundboard, que reúne barulhos de todos os tipos. Ouça um deles abaixo:

Foi bom para você também?

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Posted in Brinquedos, Sexo, Viagem at março 30th, 2011. 1 Comment.

Os 40 anos da Starbucks

A rede de cafeterias Starbucks está completando 40 anos de existência.  É, eles demoraram bastante para chegar ao Brasil. Por aqui, a primeira loja foi inaugurada em São Paulo apenas em 2006. Os fundadores da rede foram Zev Siegl, Jerry Baldwin e Gordon Bowker, três apaixonados por café. A princípio, a unidade só vendia grãos de qualidade que vinham do mundo todo e eram torrados na hora.

Em 1982, o empreendedor Howard Schultz entrou para o negócio. Depois de viajar à Itália, deu a sugestão de que a Starbucks vendesse, além de grãos, drinques de café preparados na hora. Os fundadores recusaram a ideia, porque achavam que um bom café tinha que ser preparado em casa. Schulz acabou criando uma rede de cafeterias chamada Il Giornale e comprou a Starbucks em 1987. Até hoje, ele é o diretor executivo da companhia.

O nome é referência ao imediato Starbuck, personagem do romance Moby Dick, escrito em 1851 por Herman Melville. Outra sugestão era Pequod, nome da embarcação de Starbuck.

A primeira logomarca da rede trazia uma sereia de duas caudas com seios à mostra. Era baseada em uma imagem nórdica do século 16. O formato da imagem deveria lembrar um rótulo de cigarros.

Um elemento que não entra na cronologia, mas é importante nessa história é o símbolo da Il Giornale, criada por Howard Schulz, que traz a cor verde à rede.

Quando foi comprada, em 1987, a Starbucks teve sua logomarca remodelada: a sereia ganhou um ar mais contemporâneo e passou a esconder os seios com o cabelo.

Em 1992, uma repaginação da sereia escondeu a origem das caudas, mantendo ainda o círculo com “Starbucks Coffee”.

Agora, para comemorar o 40º aniversário, a Starbucks remove seu nome e o “café” da logomarca, indicando que o símbolo deve aparecer mais em outros produtos que não necessariamente de cafeterias.

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Posted in Comes e bebes at março 29th, 2011. No Comments.

Nos tempos dos Cigarros Veado

No começo do século XX, o veado nem era usado como animal-símbolo de chacota aos homossexuais. Era veado com “e” mesmo. Pelo contrário, era até nome de uma famosa marca de cigarro “para chique ou pé-rapado”, como dizia seu jingle.

Os cigarros da marca Veado eram feitos no Rio de Janeiro pela Imperial Estabelecimento de Fumo, a primeira fábrica de cigarros do Brasil. Foi fundada pelo português José Francisco Correia, o Conde de Agrolongo. Ele nasceu em 1853 em São Lourenço de Sande, no conselho de Guimarães, ao norte de Portugal.

O Conde veio para o Brasil com 10 anos  na terceira classe de um navio chamado Félix. Foi trabalhar em uma manufatura de cigarros em Niterói e começou a administrar seu próprio negócio aos 18 anos – a produção dos cigarros Veado, feitos à semelhança do fumo francês. Os títulos de nobreza vieram com seu retorno a Portugal, onde ele faleceu em 1929.

Em 1930, a Companhia da Cigarros Veado promoveu um concurso para eleger o “Leader dos Footballers do Brasil”, ou seja, o mais popular jogador de futebol brasileiro. Para votar, o consumidor usava como cédula um maço vazio de qualquer cigarro da marca – como o modelo Monroe, que dava nome à competição. Uma das urnas de votação ficava em frente ao jornal Diário da Noite e outro na sede da fábrica. Esta foto mostra o prédio da Companhia de Cigarros Veado na Rua da Assembléia, no centro do Rio de Janeiro. Tente localizar na construção as três imagens da cabeça do animal.

O prêmio era um carro “baratinha”, da fabricante Chrysler. Quem votasse também concorria a prêmios de até 7 contos de réis. Os favoritos à competição eram os jogadores Fortes, do Flamengo, e Russinho, do Vasco da Gama. Russinho venceu com 2.900.649 votos. Cerca de 6 milhões de maços Veado foram vendidos por causa da promoção.

O “Grande Concurso Nacional Monroe” até inspirou o sambista Noel Rosa a criar a música Quem dá mais?, cuja letra diz: “Ninguém dá mais de um conto de réis?/ O Vasco paga o lote na batata/ E em vez da barata/ Oferece ao Russinho uma mulata”.

(com os agradecimentos pela sugestão do amigo Douglas Nascimento)

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Posted in Propaganda at março 28th, 2011. No Comments.

Milk-shakes: quem faz mais?

Na semana passada, o Blog do Curioso mostrou alguns dos tipos mais originais de milk-shake de São Paulo. Hoje você confere as casas que fazem a maior variedade de sabores:

Embora tenha 67 sabores de milk-shake, o público da Ta Ki Ta (Rua Voluntários da Pátria, 1569; Santana; 2305-1159; e mais 2 endereços na Cidade) ainda prefere os tradicionais morango e chocolate. É o que afirma Erick Nakai, gerente da unidade Santana. Entre as opções do cardário estão Milk-shakes de paçoca, cajá, maçã verde e nozes. Há até opções alcoólicas, como caipirinha, amarula e vinho com abacaxi. Todos são batidos com leite, um complemento para dar o sabor e uma massa base de sorvete, cuja receita é mantida em segredo. Os milk-shakes da Ta Ki Ta custam de R$ 3 a R$ 6. A marca surgiu em 2007, em Sorocaba (SP). O criador foi Katson Takita, que aproveitou seu sobrenome para batizar a rede.

De todos os 139 tipos de milk shake do cardápio da Q! Shake (Rua Caraíbas, 21; Perdizes; 3675-5079), o último é o que mais chama a atenção. Ele se chama “Num Sei”. “É uma mistura de seis sabores, mas não contamos quais são”, diz Maria José de Sousa, funcionária da casa desde setembro do ano passado, quando foi inaugurada. “Só os mais curiosos pedem esse”. Outros sabores curiosos são jaca, cajá, algodão doce, maçã-do-amor e pêssego. Os shakes não levam leite. São feitos com essência ou polpa mais uma massa pronta de sorvete de baunilha. Os preços variam entre R$ 4,50 e R$ 9, de acordo com a quantidade, que vai de 250 a 700 ml. Para os shakes alcoolicos, é acrescentado R$ 1.

Outra casa especializada em milk shakes é a Mr. Mix, que tem 22 lojas espalhadas pelo país e está de volta a São Paulo. A casa já havia funcionado na rua da Consolação em 2008, mas fechou suas portas dois anos depois. O local escolhido para o retorno foi o Tatuapé (Rua Tijuco Preto, 135). A inauguração está prevista para acontecer em duas semanas. O cardápio, que tem 45 sabores de milk-shake, conta com algumas excentricidades, como Kinder Ovo, goiaba, Danoninho e cupuaçu. “Quando a loja da Consolação estava aberta, o de cupuaçu fazia bastante sucesso”, lembra Clederson Cabral, um dos sócios da rede. “Eu achava até estranho, porque geralmente os tradicionais são os mais pedidos”. Os preços da Mr. Mix vão de R$ 3 a R$ 5,50, dependendo do sabor e a quantidade, que varia entre 300 ml e 500 ml.

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Posted in Sem categoria at março 28th, 2011. No Comments.

Irmão do palmeirense Valdivia participa de reality-show

Jorge Luís Valdivia Toro é ídolo do Palmeiras. Nascido na Venezuela, Valdívia viveu a maior parte da vida no Chile e tem dois irmãos. O mais novo, Claudio Andrés, chegou a jogar no Brasil pelo antigo Grêmio Barueri, em 2007, e no Palmeiras B, em 2008. Entrevistado no domingo passado por Fernando Fernandes no programa Papo de Boleiro, o jogador alviverde disse que o irmão caçula estava participando de um reality show no Chile.

O programa em questão se chama “Año 0” e tem como história de fundo o apocalipse: aquecimento global, aumento no nível do mar e extinção da maioria das espécies do mundo. Os participantes são parte dos últimos humanos da Terra e precisam  aprender a sobreviver em seu refúgio. Lá, eles cuidam de animais, plantam e se protegem das ameaças que vêm de fora – algumas das inspirações do reality são os filmes 2012, O dia depois de amanhã e o seriado “Lost”.

Algumas das provas são extremamente nojentas, como beber a própria urina, que aconteceu bem no começo do programa. Assista ao vídeo apenas se tiver estômago:

Além de Claudio Valdivia,  dois dos concorrentes já foram jogadores de futebol: Frank Lobos, que  jogou pela Seleção Chilena sub-17  em 1993, e Daniel Morón, argentino naturalizado chileno que foi campeão da Libertadores pelo Colo-Colo em 1991. Abaixo, um vídeo que mostra a chegada do irmão do “Mago” ao programa, duas semanas depois de iniciado. É claro que o presente que ele leva aos novos amigos é uma bola de futebol.

Em uma situação do programa, homens que diziam ser mágicos amarraram as mãos de todos os participantes homens para deixar que um monte de “ninjas” armados entrassem no refúgio e destruíssem tudo. Tentaram levar embora até a máquina de pinball dos participantes! É possível ver Valdivia de refém no vídeo abaixo.

Para quem tiver chance de acompanhar a TV chilena, “Año 0” é exibido de segunda a sexta no Canal 13. Leia também mais sobre reality-shows brasileiros, clicando aqui.

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Posted in Celebridades, Esporte, Televisão, Viagem at março 25th, 2011. No Comments.

Polícia japonesa tem mascotes bem curiosas

Qual seria a mascote ideal para a polícia no Brasil? Fui logo pensando em animas bravos e ferozes.  Mas, no Japão, as autoridades acreditam que  a polícia deve ter uma imagem amigável e  simpática  – inclusive para as crianças. Por isso,  na hora de anunciar  campanhas de conscientização contra o crime,  as organizações policiais japonesas criaram mascotes. Cada uma das 47 províncias japonesas tem a sua! A maior parte é representada por pássaros-símbolo da região, mas encontrei outras bem curiosas.

Pipo-kun


Esta talvez seja a mais conhecida das mascotes e representa a polícia de Tóquio. Não é nenhum animal em particular. Tem “orelhas grandes para ouvir quem está em perigo, olhos que enxergam cada cantinho da sociedade e uma antena para captar qualquer movimentação”.

O nome Pipo-kun vem das primeiras sílabas das palavras “people” e “police”. O “-kun” é uma das formas de tratamento no Japão. Foi criado em 1987 e sua estátua pode ser vista em frente à sede da polícia, no bairro de Ginza. A mascote ganhou  até uma musiquinha em seu site. Quem souber acompanhar a legenda em japonês pode cantar junto.

Hikaru-kun e Hikari-chan

As mascotes da polícia de Niigata são dois grãos de arroz Koshihikari, variedade que é considerada uma das melhores e mais caras do mundo. Hikaru-kun foi criado em 1992 e sua parceira, Hikari-chan, chegou apenas em 1998.

Fuji-kun


O Monte Fuji fica ao sul de Yamanashi e, por isso,  é até compreensível que ele tenha se tornado a mascote da polícia de lá em 1988. Mas não é estranho um policial com… cabeça quente?

Mamoru-kun, Shin-chan e An-chan

Os três são frutas mikan, espécie de tangerina sem semente, muito popular no Japão e cultivada na região de Ehime. Adesivos com a figura de Mamoru-kun são colados nos locais em que crianças podem se proteger no caso de perigo.

Gorou-kun

Criado em 1999, Gorou-kun tirou seu nome da palavra “mutsugorou”, que significa peixe saltador-do-lodo. São peixes que vivem em manguezais e podem respirar fora d’água. Representa a região de Saga, na costa Sul do Japão.

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Posted in Animais, Viagem at março 24th, 2011. No Comments.

Os milk-shakes mais curiosos de São Paulo

Milk-shake de Leite Ninho

A opção está no cardápio das lanchonetes da rede Zé do Hambúrguer (Rua Itapicuru, 419, Perdizes; 3868-4884; e mais um endereço na cidade) desde o ano passado. O proprietário José Rodolfo Silvério conta que a rede tem um fornecedor de sorvetes artesanais de vários sabores. O primeiro sabor diferente foi o de milho verde. “O sorvete de Leite Ninho é um dos meus favoritos e, por isso, achei que oferecê-lo como shake poderia dar certo”, diz. O sorvete é batido sem leite e sem cobertura. “Para realçar bem o sabor, o ideal é servir puro mesmo”, afirma Silvério. O copo de 700 ml custa R$ 17.

Milk-shake de cambuci

Em três anos, o número de pés de cambuci cresceu de seis para cerca de trezentos no bairro batizado em homenagem a essa fruta típica da Mata Atlântica. A ação faz parte de um projeto da Prefeitura que tem o objetivo de salvar o cambuci da extinção. Os bares e restaurantes do Cambuci entraram na onda e criaram receitas com a fruta. No restaurante Javali (Rua Luiz Gama, 847; Cambuci; 3271-8234), uma das invenções foi o milk shake. “O cambuci tem um sabor meio azedinho “, conta Francisco Garcia, um dos sócios da casa. “Para quem estranha, eu faço uma proposta: trago o copo na mesa e, se o cliente não gostar, não paga”, afirma ele. “Ninguém nunca devolveu”. A bebida vem com cobertura de morango, e o copo com 400 ml custa R$ 7.

Milk-shake de chiclete

A invenção é do barista Diego de Souza Lima, que trabalha no café Cafezal (Rua Álvares Penteado, 112; Sé; 3113-3676), que fica dentro do Centro Cultural Branco do Brasil. Em um fim de semana de trabalho, ele resolveu fazer algumas experiências misturando milk shake com xaropes usados na preparação de soda italiana. Até que percebeu que o xarope de kiwi misturado no sorvete deixa a bebida com sabor de chiclete. “Descobri por acaso, mas faz bastante sucesso”, garante. O copo com 250 ml sai por R$ 9,90.

Milk-shake de canela

Logo que abriu as portas, em 2008, a Chip’s Burguer (Rua Doutor César, 888; Santana; 2099-2803) incluiu a invenção no cardápio. “É uma boa opção tanto para o verão quanto para o inverno, porque o sorvete combina com o calor e a canela, com o frio”, diz o gerente Nilson Silva de Medeiros. A receita é simples: leite, sorvete de creme, canela em pó e cobertura de caramelo. “Quem não conhece fica com medo de pedir”, conta Nilson. “Mas, depois que experimenta, acaba gostando”. O copo de 350 ml custa R$ 12,90, e o de 700 ml, R$ 19.

Milk-shake de curau

A chef Sol Caldeira, do Tubaína Bar, é nascida em Piracicaba (SP), cidade famosa por suas plantações de milho. Não é à toa que o estabelecimento tem tantos produtos com pamonha: o alimento é servido frito ou como sobremesa, com sorvete de coco ou calda de goiabada. Outro item à base de milho é o milk-shake de curau, lançado há três meses no bar. “A procura tem aumentado, os clientes gostam porque  é um produto diferente que não pode ser encontrado em outro lugar”, diz a auxiliar administrativa Isadora Rodriguez. A receita tem leite, curau piracicabano, sorvete de coco e sementes de cardamomo, que são originárias da Índia e dão um toque refrescante à bebida. O copo de 300 ml custa R$ 10.

Shake sem milk

“O verão é quente demais para tomar leite”. É assim que Christian Germano, proprietário da lanchonete A Chapa (Alameda Santos, 24; Cerqueira César; 3289-0011, e mais 3 endereços na cidade) explica a invenção do shake que leva suco de laranja no lugar do leite. O cliente pode escolher o sabor do sorvete a ser batido com o suco. Segundo Christian, os mais pedidos são creme e abacaxi. A receita entrou no cardápio no verão de 2009. O shake vem acompanhado por cobertura de caramelo, e o copo de 300 ml sai por R$ 13. Apesar de ter o mesmo nome do drinque Hi-Fi, feito com vodca e suco de laranja, o shake não tem álcool.

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Posted in Comes e bebes, São Paulo at março 23rd, 2011. 2 Comments.

Resort caribenho oferece garotas no pacote

Turismo sexual é um problema sério no Brasil e precisa ser mesmo combatido. E na República Dominicana, a pouco mais de uma hora de viagem de Miami, então!   O Viking’s Exotic Resort, que atrai principalmente homens de negócios na faixa dos 40 anos, oferece descaradamente mulheres dispostas a satisfazer todos os desejos sexuais dos hóspedes.

Quase todos. O hotel  deixa bem claro que as garotas do clube não estão ali para satisfazer  fantasias incomuns, pois não tratam os visitantes como clientes, e sim como amantes.  Além do sexo propriamente dito, quem se hospeda no resort pode dormir  com as garotas, almoçar, jantar, passear e até conversar.

O resort conta com um elenco de dez garotas.  Eles informam que “elas vêm de países do Leste Europeu e da América do Sul” –  brasileiras já trabalharam lá.  Na chegada ao local,  os clientes são recepcionados com uma grande festa e escolhem sua companhia.  Se quiser, o hóspede pode trocar de parceira todos os dias.

Em um lugar como esses, a privacidade tem que ser garantida. Por isso, o máximo de hóspedes permitidos simultaneamente é seis. Quem precisar fazer um telefonema para fingir que está em outro lugar pode até usar um telefone por satélite cujo número não pode ser detectado.

Quanto custa a brincadeira?  O Plano Executivo, que cobre hospedagem por quatro dias e três noites, mais garotas e refeições, custa 4.900 dólares – sem contar a passagem de avião para chegar lá. Ah, e são inclusas taxas de 10% para a “caixinha” das acompanhantes e 150 dólares para os outros funcionários.  O Plano Ultimate Fantasy, o mais caro de todos, dá ao cliente prioridade na escolha das garotas, além de duas companheiras por uma noite. Toda essa mordomia sai por  7.900 dólares.

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Posted in Sexo, Viagem at março 22nd, 2011. 1 Comment.

Novas mascotes para competições esportivas

Tenho uma verdadeira paixão por mascotes de eventos esportivos. Sempre que viajo para cobrir uma dessas competições, trago a pelúcia da mascote na mala. No ano passado, fiz aqui no Blog do Curioso um post com algumas mascotes de campeonatos menos conhecidos. O tempo passou e mais criaturas passaram a fazer parte desse zoológico de símbolos das competições. Confira os mais novos e os não tão conhecidos:

Para os Jogos Panamericanos de Guadalajara, no México, que começam em outubro deste ano, foram escolhidas três mascotes. Gavo representa a agave, planta bem comum na América Central.

Huichi, um cervo, é homenagem ao povo indígena Huichól, também chamado de Wixáritari. Os huichóis vivem na região de Jalisco, estado em que fica Guadalajara, e cultuam o fogo, os cervos e outros elementos da natureza.

Já Leo, o Leão, é referência ao brasão de armas da cidade de Guadalajara, que tem dois leões.

As mascotes escolhidas para as Olimpíadas de Inverno de Sochi-2014, na Rússia, são um urso polar, uma lebre e um leopardo. A própria população escolheu as mascotes votando em um programa de televisão chamado Talismanya Sochi 2014. Dimitry Chernyshenko, presidente do comitê organizador, disse que é a primeira vez que mascotes são eleitas democraticamente na história das Olimpíadas.

A lebre estuda na Faculdade da Floresta, ajuda a mãe no restaurante e ainda compete em eventos esportivos. Também gosta de cantar e dançar.

O leopardo vive nos galhos mais altos de uma grande árvore no maior pico do Cáucaso e já salvou habitantes das vilas próximas de avalanches. Seu esporte preferido é o snowboarding.

O urso vive no Círculo Ártico e tudo em sua casa é feito de gelo: cama, computador, aparelhos de academia e até o chuveiro! Ele aprendeu a esquiar e a jogar curling e patinação de velocidade com exploradores da região. Andaram dizendo também que esse ursinho é parente de Misha, a mascote dos Jogos Olímpicos de 1980, em Moscou.

As mascotes das Paraolimpíadas de Inverno em Sochi são Luchik e Snezhinka, “Raio de Luz” e “Floco de Neve”. Os dois vêm das estrelas e precisam aprender a conviver com as diferenças em relação aos terráqueos.

Estas mascotes tinham concorrentes meio estranhos… Venceram um Papai Noel, um Sol de cabelos presos e um personagem que é a cara do passarinho do jogo Angry Birds (mera coincidência?).

No ano que vem, teremos as Olimpíadas de Londres-2012. A mascote é Wenlock, que se originou de uma das duas últimsa gotas de aço usadas para construir os estádios do evento. O nome vem de Much Wenlock, cidade visitada por Pierre de Coubertin quando ele quis restaurar os Jogos.

Muito parecido com Wenlock, a mascote paraolímpica Mandeville foi batizada em homenagem à cidade de Stoke Mandeville, onde foi fundado o Movimento Paraolímpico. Tanto Wenlock como Mandeville têm luzes de táxi na testa e seus grandes olhos são câmeras – no estilo Big Brother.

Um novo integrante pouco conhecido nessa galeria é o elefantinho Stumpy, mascote oficial da Copa do Mundo de Críquete. A Copa está acontecendo em Bangladesh, Sri Lanka e Índia. Stumpy tem 10 anos de idade (em tempo humano) e acha que críquete é o melhor esporte que existe.

Para o Campeonato Mundial de Esqui Nórdico, em Oslo, na Noruega, qual seria a solução mais óbvia para se homenagear o frio? Está quente, está quente… Sim: o ilustrador Trond Vestengen criou dois bonecos de neve.

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Posted in Esporte at março 21st, 2011. 2 Comments.