Sempre que viajávamos de férias para Monte Alto, no interior de São Paulo, parávamos num posto na região de Matão para comprar um pacote de balas Chita. Foi a bala da minha infância. Era difícil de encontrá-la em São Paulo (tempos atrás, voltei a encontrar a bala no Supermercado Mambo). Agora as balas Chitas são apresentadas em vários sabores, só que o mais famoso sempre foi a de abacaxi, embrulhado numa embalagem amarela com detalhes em vermelho. Acho que a fórmula não é mais a mesma. Lembro que a Chita era uma bala durinha. Não é mais.

Essas embalagens clássicas ficam marcadas nas lembranças de quem se empanturrava de doces quando criança, como era o meu caso.  Por isso, recomendo uma visita à  exposição “Papel de Bala”, que está em cartaz desde o dia 20 de janeiro no Museu Paulista da USP (o Museu do Ipiranga).

Das 5.266 embalagens de balas, chicletes, pirulitos e chocolates de uma coleção doada por Egydio Colombo Filho em 2003, 206 foram selecionadas para a mostra. O museu fez  totens com explicações históricas sobre alguns dos rótulos, tanto de produtos que já saíram de circulação quanto de algumas guloseimas  consumidas até hoje. Veja abaixo algumas embalagens que estão no acervo:

Chocolate Saturno

Chiclete Ping Pong

Urso de chocolate Sönsken

Mostra “Papel de Bala”

De 20/01 a 20/03

Museu Paulista da USP – Parque da Independência, s/nº

Aberto a visitas de terça a domingo, das 9 às 17 horas

Ingressos: comum – 6 reais; estudante – 3 reais

Tel: (11) 2065-8001

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